quinta-feira, 2 de junho de 2011

CLUB D-EDGE



Um dos melhores clubes do planeta de cara nova

Um dos clubes mais emblemáticos, com a permissão do uso, do país, frequentemente premiado internacionalmente, inaugurou recentemente sua nova interface, agora ainda mais versátil, conformando ao todo quatro anexos surrealistas. O DJ e empresário Renato Ratier, fundador e proprietário do D-Edge, novamente em parceria com o designer Muti Randolph, investiu na mais alta tecnologia de som, iluminação e design. Uma nova pista de dança, um lounge intimista e um terraço ao ar livre com vista para o Memorial da América Latina e o skyline da Barra Funda.
A casa é 100% iluminada por LEDs, além das pistas e do lounge, também mereceram o mesmo cuidado com a iluminação todas as áreas de circulação como escadas, caixas, banheiros, hall de entrada e terraço, criando, de fato, um universo lúdico, fantástico. Os uniformes de todo o staff foram concebidos por Renato em parceria com o estilista João Pimenta, que os desenvolveu e confeccionou diretamente. Sua proposta é realizar uma nova parceria com outros estilistas para renovação de todo o visual da equipe a cada nova temporada de moda.
Pista 1
A consagrada pista conhecida como “a caixa preta de som e luz”, um projeto de sucesso que, mesmo após anos de sucesso, continua inovador, prossegue na proposta de colocar som e luzes em sintonia, possibilitando àqueles que se aventuram em sua pista “enxergar” o som, uma experiência sensorial que é preciso viver por uma noite para entender seu impacto. Sua cabine persiste no conceito de receber atrações internacionais e apresentações ao vivo. Além de sua estrutura totalmente voltada para maximizar a experiência sensorial dos frequentadores, a pista possui um sistema de circulação de ar robusto que reaproveita o ar externo, purificando-o e refrigerando o ambiente, aumentado assim o conforto dos incansáveis notívagos.
Pista 2 
A nova pista fica no primeiro andar, uma atualização do visionário e já clássico projeto original: LEDs por todos os lados e um espaço inspirado na tecnologia, marca registrada da sinergia entre Renato e Muti. Um local onde o público sinta-se dentro de uma caixa de música eletrônica, na qual possam vivenciar as ondas sonoras de uma forma sensorial, numa experiência envolvente. Além disso, uma janela com persianas retráteis que podem ser abertas dando vista para o Memorial da América Latina.
Lounge Veuve Clicquot
Une a tecnologia da iluminação em LEDs com elementos orgânicos, todo ambiente é decorado em madeira pau-ferro em formas geométricas e totalmente assimétricas, conferindo uma atmosfera única, sofisticada e muito aconchegante. 

Fonte: http://www.eye4design.com.br/projects/d-edge
Terraço
A cobertura do clube transformou-se em um espaçoso e aconchegante terraço, uma área para fumantes com vista para o Memorial da América Latina. Um clube vanguardista com vista para uma obra de Oscar Niemeyer. Mais um detalhe transformado em grande diferencial sob a perspectiva detalhista de Renato Ratier. Que, além disso, escolheu para a decoração do ambiente dez cadeiras Chair One do consagrado designer Konstantin Grcic, homenageado de 2010 pela Design Miami.








Pra quem tiver curiosidade , a página do clube na internet: http://www.d-edge.com.br/o-club/





Comentário: Entendemos o mundo como aquilo que vemos, ouvimos, cheiramos e tocamos. A composição do ambiente é fundamental para nossa percepção de mundo e lugar. O espaço pode ser  percebido pelo ser humano, estimulando respostas positivas ou negativas diante do mesmo, dessa forma os elementos trabalhados num projeto arquitetônico são fundamentais. O uso de cores, da tecnologia, o uso da luz, da ventilação, dos materiais, influem diretamente nessa percepção do espaço e o uso inadequado desses elementos pode transformar o ambiente em algo desconfortável aos seus usuários. No CLUB D-EDGE o projeto faz uso das cores e da tecnologia para seduzir os clientes proporcionando uma experiência envolvente. Há um sistema inovador que coloca o som e as luzes em sintonia, passando a idéia de ondas sonoras, como se os usuários estivessem dentro de uma caixa de som, possibilitando aos usuários “ver” o som.

Sensorial Office

Projeto da Andrade Azevedo Arquitetura para Casa Office 2010


A Andrade Azevedo Arquitetura Corporativa apresentou na Casa Office 2010 o Sensorial Office, um ambiente de 108 m² que convida os visitantes a refletirem sobre os conceitos da chamada “economia criativa”, novo modelo de empresa do século 21

Ao trabalharem em processos cada vez mais complexos e que demandam agilidade, os executivos e colaboradores sabem que, para adquirirem um diferencial competitivo, necessitam de recursos tecnológicos de ponta e de ambientes que lhes dêem os estímulos necessários para a realização de suas atividades.

O Sensorial Office mostra que a economia advinda desta experiência, da inter-relação pessoa – ambiente, demonstra que o poder do comportamento pode ditar tanto as necessidades quanto os desejos e expectativas das pessoas na sociedade. Segundo a arquiteta Claudia Andrade, “hoje essa é a chave para a prosperidade no mundo dos negócios”. E conclui: “O ambiente de trabalho passa a ser um meio poderoso para que a corporação possa reforçar e comunicar novos valores interna e externamente, estabelecendo a conectividade entre negócios, pessoas e mercado”. 

O bem-estar produtivo

Na construção do Sensorial Office foram utilizados materiais que proporcionam experiências sensoriais através da transformação do espaço físico em espaço visual, olfativo, auditivo, tátil ou térmico e cinestésico, com o uso de objetos especiais como puffs, mobiliário, janelas virtuais e acabamentos diferenciados, além de outros objetos tecnológicos, como controladores de iluminação (neste caso privilegiou-se o uso do LED – diodo emissor de luz, uma fonte de baixo consumo de energia), de projeção de imagens, de sons e de aromas. Cada um dos sentidos é estimulado na concepção do ambiente.
















Comentário: Atualmente passamos a maior parte do nosso tempo trabalhando. Sem tempo para o lazer, muitas vezes ficamos estressados, cansados e entediados. Em meio a esse contexto, o projeto da Andrade Azevedo Arquitetura é bem interessante.  O uso do estímulo de experiências e o uso da percepção sensorial tem sido usado em vários seguimentos de mercado. A idéia é seduzir as pessoas de forma mais envolvente e não só superficialmente.

Comunicação sensorial



Experiências sensoriais são tendência em comunicação no ponto-de-venda, transformando o varejo de simples destino para compra em um espaço de entretenimento

Para o consumidor brasileiro 81% das decisões para a escolha de produtos e marcas acontecem no ponto-de-venda. De acordo com a GfK - empresa de pesquisa de mercado - este indicador aponta para uma tendência de que empresas invistam cada vez mais em construção de marcas e numa comunicação mais interativa e sensorial no PDV (ponto-de-venda).

A partir de dados consolidados de pesquisas qualitativas e quantitativas realizadas pelo Grupo GfK, a área de Shopper Insight da empresa analisou algumas características dos consumidores no momento da compra para melhor entender os comportamentos diferenciados que ditam novas necessidades em termos de PDV.

Segundo esta análise, grande parte da comunicação tradicional deste canal de compra não é lembrada espontaneamente pelos consumidores por ter se tornado paisagem comum dentro das lojas. Numa época em que a comunicação no PDV tem forte impacto sobre o cliente, complementando a comunicação da marca e criando uma experiência “única” para o comprador, este é um erro que pode transformar o que seria uma experiência única e prazerosa numa vivência estressante pelo bombardeio de informações que dispersam a atenção do consumidor.

Durante a compra, o consumidor tem sua atenção dividida entre a lista de compras (mental ou física), os produtos em exposição, os acompanhantes (marido, esposa, filhos) e os outros compradores. E nesse contexto, muitas vezes tumultuado, vale lembrar que o foco da atenção é a compra em si, os produtos.

Qualquer comunicação no PDV, portanto, precisa ser pertinente à categoria e relevante ao cliente. Neste sentido, a tendência é a busca por uma comunicação que vise uma experiência sensorial e ainda traga algum tipo de benefício ao comprador. Na América Latina algumas inovações no PDV já foram observadas, acompanhando os movimentos globais:

· Proliferação de lojas especializadas que vendem marcas próprias;

· Surgimento de canais especializados;

· Movimento do foco no produto para foco no comprador;

· Movimento do foco no preço, para foco no valor;

· Movimento do foco na satisfação para foco em lealdade;

· Maior atenção ao desenvolvimento de embalagens;

· Uso de segmentação de clientes para orientar as relações de marketing - oferecer o produto correto com a comunicação correta ao cliente correto;

· Busca do comprador por rapidez e conveniência;

· Busca de uma experiência de compra personalizada: produtos, ambiente e mensagens que deslumbrem e estimulem o comprador.

Podemos citar alguns exemplos de lojas com novas propostas ou conceitos na América Latina e Brasil:

- Havaianas (Loja de fabricante): personaliza um produto de massa no Brasil. Através de uma loja fashion, com diferentes espaços remetendo ao universo tradicional das sandálias Havaianas, que vão desde “barracas de feira” onde são vendidos os modelos básicos à área de customização da sandália.
- Pão de Açúcar Iguatemi: personal shop onde o cliente armazena sua lista de compra futura e ainda pode receber os produtos direto no caixa ou mesmo em casa, sem utilizar o carrinho e nem circular pela loja.
- Shopping Cidade Jardim (SP): shopping center voltado exclusivamente a público de segmento Luxo.
- Fnac: experiência de compra holística - cafeteria, espaço para leitura e venda de diversas categorias de produtos.
- HP Colômbia e Nokia Brasil: centro de experiência, onde o comprador pode ver, tocar, brincar e experimentar os produtos.

Para a diretora de Shopper na GfK, Célia Silva, mais que somente captar a atenção do comprador, hoje é importante proporcionar experiências sensoriais que visem provocar a experimentação e concretizar a venda. “É o início da transformação do varejo de simples destino para compra em um espaço cenográfico e de entretenimento, onde se pode vivenciar momentos inesquecíveis”, avalia Célia.




Fonte: http://www.xisdesign.com/2010/01/comunicacao-sensorial.html 






Comentário: Em um mundo onde tudo se tornou superficial em detrimento da sociedade de consumo, atualmente a provocação sensorial tem sido alvo dos interesses comerciais. O objetivo é atrair clientes por meio do prazer e não só pelo ato superficial de comprar e gastar dinheiro. Nesse contexto, os estabelecimentos comerciais tem desenvolvido formas de atrair os usuários sensorialmente, de forma que a arquitetura se torna um elemento cada vez mais importante na construção desse espaço sensorial. 


quarta-feira, 1 de junho de 2011

IAC inaugura Jardim Sensorial


Objetivo principal é incluir portadores de necessidades especiais



A correria do dia a dia leva as pessoas a deixarem de notar a presença contínua e a relevância dos cinco sentidos humanos — olfato, audição, tato, visão e paladar. Acaba-se por focar excessivamente na visão e se esquece o valor de um toque, o prazer de um gosto e a lembrança de um cheiro. Portadores de necessidades especiais desenvolvem mais alguns sentidos, dependendo da situação vivenciada, mas muitas vezes não têm a oportunidade de experimentar certas sensações.  

Pensando no desenvolvimento da consciência ambiental por meio dos sentidos, o Instituto Agronômico (IAC), de Campinas (SP), inaugura o Jardim Sensorial hoje (19), às 9h30, na Fazenda Santa Elisa do IAC (Av. Theodureto de Almeida Camargo, 1.500, Campinas – SP). No Brasil, só existia um jardim para todos os sentidos, com esta proposta, no Jardim Botônico do Rio de Janeiro.  




O espaço, que faz parte do Jardim Botânico do IAC, receberá pessoas com e sem necessidades especiais, de todas as idades, que poderão tocar, sentir e cheirar 30 espécies de plantas ornamentais, aromáticas e medicinais. As plantas estão identificadas com placas que trazem informações científicas, nomes populares e aplicações de cada espécie. Os nomes estão grafados em Braille.  
Segundo o técnico do IAC, Jefferson Santana Otaviano, o Jardim Sensorial se apresenta como um novo local para atividades de interação, educação e desenvolvimento da consciência ambiental. “É um espaço seguro onde o portador de necessidades especiais terá contato com os diferentes aspectos da natureza. A vivência dele em contato direto com o meio natural permite o desenvolvimento de uma consciência ambiental e, possivelmente, uma mobilização maior frente às questões de preservação”, explica Otaviano.  

No Jardim Sensorial, haverá uma estrutura onde o visitante caminhará por um espaço delimitado por corrimões de bambu. As pessoas poderão tocar todas as plantas, cortar as folhas para sentir o cheiro e saborear as espécies comestíveis. Todo o percurso será acompanhado por monitores não só do IAC, mas também voluntários de diversas instituições como Centro Cultural Louis Braille de Campinas, Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores, Unicamp e PUC-Campinas.   
Para as pessoas com visão normal, a proposta é que passem pelo trajeto com os olhos vendados e, ao final, coloquem no papel, em forma de desenho ou escrita, as sensações vivenciadas no caminho. Após a reflexão, os visitantes passam novamente pelo Jardim, dessa vez vendo todo o percurso.  
A visita tem duração média de 30 minutos. “O papel do Jardim Sensorial não é construir conceitos, mas vivenciá-los, percebê-los, significá-los, que são condições indispensáveis para atingir mudanças de atitude”, afirma o técnico do IAC.

Hoje, durante a inauguração do espaço, essa etapa não será feita devido à quantidade de pessoas esperadas para o evento. Após a inauguração, as visitas agendadas previamente envolverão essa parte do projeto.  
Durante o Reviva Rio Atibaia, realizado em 21 de novembro de 2010, parte do Jardim Sensorial foi montado para visitação. Na ocasião, um dos 350 visitantes escreveu: “Mesmo no escuro, podemos achar uma luz para salvar o meio ambiente”. Outra visitante do Jardim, no evento Reviva Rio Atibaia, Patrícia Mariuzzo, escreveu que os outros sentidos aguçados pelo Jardim são capazes de suprir as necessidades da visão. “Ver com os outros olhos, enxergar com o corpo. Difícil no começo, mas a experiência fica leve no final. O cheiro e a textura são capazes de preencher a necessidade”, escreve.
Segundo Otaviano, outra proposta do Jardim é contribuir para o despertar para as questões da exclusão e das dificuldades enfrentadas pelos portadores de necessidades especiais, por exemplo, com deficiência visual.
“Temporariamente, as pessoas participantes do percurso se vêem com a visão restrita, isso pode remeter à melhoria dos cuidados com a visão e à sensibilização frente às dificuldades vividas pelos portadores de deficiência visual, colaborando para o fortalecimento da responsabilidade social”, afirma.  
A visitação estará aberta para pessoas de todas as idades, com ou sem deficiência visual, oriundas de todos os grupos sociais e, principalmente, aos que desenvolvem algum tipo de reabilitação para o portador de necessidades especiais.  




O Jardim Sensorial do Jardim Botânico do IAC ficará aberto de segunda à sexta-feira, das 9 às 15h. As visitas devem ser previamente agendadas pelo e-mail comunic@iac.sp.gov.br. No máximo 35 pessoas serão recebidas por turma.  
Como a visitação prevê a quebra de plantas para proporcionar a percepção pelo tato e olfato, a manutenção do Jardim será feita permanentemente, o que deverá exigir horas de trabalho na preservação da coleção.
Os monitores foram treinados em curso ministrado por técnicos do Jardim Botânico IAC e do Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores.


Comentário: O Jardim sensorial criado no Jardim Botânico do IAC, trabalha a percepção sensorial como forma de integração social. O Jardim sensorial possibilita novas experiências e novas sensações como forma de percepção do espaço e dos elementos que compõem esse espaço. No dia-a-dia, com essa correria do mundo atual, não percebemos o mundo através de todos os sentidos humanos. Não sentimos as coisas, muitas vezes apenas vemos as coisas. É algo mais superficial. O jardim sensorial proporciona sentir as coisas. 

Banco do Brasil inaugura loja conceito no shopping Iguatemi


 


O Banco do Brasil inaugurou esta semana, no shopping Iguatemi Brasília, o Espaço Banco do Brasil, uma loja conceito idealizada para ser local de experimentação da marca. Diferente do padrão da agência bancária, lá o cliente não apenas poderá acessar terminais de autoatendimento e tirar suas dúvidas sobre produtos financeiros, mas aproveitar o conforto do ambiente, explorar o design moderno e arrojado da decoração, divertir-se com jogos, degustar um legítimo cafezinho nacional e conhecer as tendências e inovações que chegarão ao mercado financeiro.

A proposta, segundo o gerente geral da Unidade de Gestão de Canais do BB, Hideraldo Dwight Leitão, é criar uma experiência sensorial do cliente com a marca. “A arquitetura moderna, os ambientes despojados e multifuncionais e as novidades em produtos e serviços estimulam os sentidos dos visitantes e permitem aproximar o consumidor da marca de forma lúdica e interativa, gerando identificação e engajamento”, explica. Segundo Hideraldo Dwight, a loja conceito foi idealizada a partir de análises e estudos de mercado e representa uma tendência mundial. Ela chega para preencher a distância que existe entre a empresa e seus consumidores finais. “Quando proporcionamos a experimentação completa da marca através da tecnologia, da ambiência e dos serviços tornamos possível a sua internalização”, avalia.

Outro objetivo da agência conceito é antecipar para o público como será no futuro a agência bancária. Em lugar dos tradicionais caixas bancários, estão terminais eletrônicos, IPads e notebooks com acesso à internet e telefone com linha direta com a Central de Atendimento do Banco do Brasil. Assim, o visitante poderá conhecer atendimento em ambientes virtuais interativos e outras novidades que ainda vão chegar às agências bancárias, como os cartões Ourocard feitos de PET 100% reciclado.

O Espaço Banco do Brasil contará com uma programação semanal que inclui oficinas, palestras, pocket shows, debates com artistas, atletas e personalidades convidadas pelo Banco. A ideia é usar o local para promover lançamentos de produtos e serviços e divulgar em primeira mão eventos patrocinados pelo Banco. A programação do Espaço será pautada em quatro grandes conexões: cultura, esporte, cidadania e sustentabilidade.

Dos telões do Espaço, o visitante poderá ter uma imagem global das várias atuações do BB, assim como assistir a transmissões ao vivo de jogos patrocinados pelo Banco. Lá também estarão sendo comercializados virtualmente objetos com a assinatura da Grife BB, como produtos de sustentabilidade, enxoval oficial do vôlei e produtos licenciados.
O Espaço Banco do Brasil no Iguatemi é a primeira agência conceito que o BB inaugura, mas outra loja no mesmo estilo está prevista para Nova York. |AI/BB/Brasília.







Comentário: O marketing sensorial tem sido bastante explorado no mercado ultimamente. Atrair os clientes de forma mais inovadora, não só superficialmente é  a estratégia. Com isso nota-se também a preocupação com os espaços internos da loja. Cada vez mais os lojistas se preocupam com a decoração da loja e a qualidade do espaço interno, buscando agradar aos clientes.